Quarta-feira, Março 02, 2005

PS de Condeixa Preocupado Com o Aterro de Taveiro

O PS de Condeixa-a-Nova está preocupado por o aterro sanitário de Taveiro apresentar sinais preocupantes de atingir o fim da sua vida útil. Na última Assembleia Municipal, realizada em Setembro na Freguesia da Anobra (freguesia contígua ao aterro), os deputados municipais do Partido Socialista apresentaram e viram aprovada por unanimidade uma moção na qual demonstravam a sua preocupação com o aterro sanitário de Taveiro, não só pelo facto da sua capacidade de recepção de resíduos sólidos urbanos (RSU) estar perto da saturação (estima-se que a capacidade do aterro de Taveiro esteja esgotada em 2006), mas também pelos problemas relacionados com o aterro, nomeadamente o problema dos cheiros e dos despejos clandestinos que são efectuados nas matas circundantes.
Ao ritmo que produzimos hoje em dia os RSU, brevemente a capacidade do aterro estará esgotada, o que implicará a ampliação do mesmo ou a construção de um outro aterro, podendo ter reflexos a curto prazo na tarifa do lixo que todos nós pagamos.
Na moção apresentada, o PS entende que a adopção por parte das entidades competentes de estratégias de separação e reciclagem dos RSU são medidas que poderão minimizar a quantidade de resíduos depositados no aterro, e consequentemente, adiar a ampliação ou a construção de novos aterros.
É que de acordo com um estudo recente, é economicamente mais barato reciclar os RSU do que depositar em aterro ou incinerar, sem falar de que com a reciclagem, estamos a valorizar os resíduos, diminuindo as necessidades de matérias-primas e protegendo os nossos recursos. E com mais resíduos reciclados, menos resíduos terão que ser depositados em aterro, logo maior longevidade dos mesmos. O consumidor poderá pagar menos taxa de lixo, o País protege os seus recursos naturais, diminui a sua dependência energética e de matériasprimas e as populações poderão ver melhorada a sua qualidade de vida.

Nuno Redinha - Deputado Municipal

Quinta-feira, Dezembro 23, 2004

Rumo ao Norte da Europa


Os Portugueses percebem facilmente que um governo tão desgovernado e desnorteado não poderia continuar à frente dos destinos do país, sob pena de enveredarmos por um rumo opaco em ideias e sem um ideal de futuro.
Quem governar o País tem de ter ideias concretas dos objectivos a alcançar a médio e longo prazo. Que queremos nós ser como sociedade daqui a 20, 30, ou até mais anos? Andaremos ainda preocupados em apenas ter as contas públicas certinhas, apesar do povo viver mal? É o equilíbrio da contabilidade pública o objectivo final?
A contabilidade é apenas uma ferramenta necessária a um fim, nunca um fim em si mesmo. O grande erro deste governo foi transformar o défice como objectivo único da sua política. Mas, e o futuro?

Fiquei deveras satisfeito com o Eng.º José Sócrates ao ouvir e ler, ao longo dos 2 últimos meses, a sua estratégia para Portugal.
Essa estratégia é mais do que uma mensagem de esperança. Existe uma ideia de longo prazo, um fio condutor. Ele sabe onde investir agora para colher depois, e isto sem menosprezar o equilíbrio orçamental que se reconhece ser importante.
Mas, estamos fartos de ouvir apenas falar em números! E as pessoas?
O que o Eng.º José Sócrates propõe, é aquilo que deveria ter sido feito em meados dos anos 80. Investir no desenvolvimento humano e tecnológico. A Educação versus tecnologia. Aquilo que de facto faz andar para a frente um país; quadros técnicos qualificados, mão-de-obra de qualidade, pessoas educadas, cultas, responsáveis e inteligentes, capazes de trabalhar a elevados níveis de competência que possibilite às Empresas reais níveis de qualidade e de competitividade.
È difícil acreditar que é possível?
Basta ver os exemplos do norte da Europa; Finlândia, Noruega, Suécia. Não conhecem? Será talvez uma boa altura de observarmos, e vermos aquilo que queremos para os nossos filhos - Um estado forte e belicista que cresce pela via da exploração dos seus cidadãos, ou um estado socialmente forte em que todos os seus cidadãos trabalham para o bem comum, porque sabem que o governo é uma pessoa de bem e investe nas pessoas?
José Sócrates aponta claramente as causas estruturais do nosso atraso: “Qualificação dos recursos humanos e tecnologia”.
O mote está dado. O espírito dos Estados Gerais está de novo entre nós através das “Novas Fronteiras”.
Enfim, precisamos de fazer esta “viagem ao norte da Europa” para que seja bom viver em Portugal.

António Pedro Devesa

Quinta-feira, Outubro 28, 2004

O Partido Socialista de Condeixa quer demonstrar desta forma a sua firme condenação por aquilo que considera ser um imensa injustiça para com o Concelho de Condeixa e para sua população, referimo-nos, obviamente ao PIDDAC 2005-Um verdadeiro Escândalo! Senão vejamos, está previsto em PIDDAC, para o concelho de Condeixa qualquer coisa como 15.000 Euros (3000 cts)! e pasme-se esta verba destina-se à construção da Biblioteca Municipal, obra cujo valor é 700 mil Euros (140.000 cts) e com início previsto para o 1º semestre de 2005. Este é o segundo ano consecutivo que o Município de Condeixa – a - Nova é claramente e propositadamente esquecido pelo Governo, basta lembrar que o PIDDAC de 2004 para o Concelho de Condeixa foi de 38.496 Euros (7717 cts). Este ano o Governo, ainda, conseguiu fazer melhor! Atribuindo esta verba ridícula estão a castigar a população do nosso Concelho, que paga os seus impostos como todos os Portugueses.

O PS de Condeixa – a - Nova gostaria de saber o que é que é possível fazer com esta “Fortuna”? que não mal chega para lançar a 1ºpedra da Biblioteca Municipal e não pensem que não existem mais obras, basta pensar na resolução do problema da antiga EN 1 (actual IC 2 ), que divide o Concelho em dois, muitas vezes prometido, mas nunca concretizado e que impede o desenvolvimento do Concelho de forma integrada e harmoniosa, na reparação da Estrada Nacional 1-7 (Condeixa-Taveiro), que se encontra numa estado de absoluta degradação. É uma vergonha!

O PIDDAC de 2005 é um autêntica afronta à população de Condeixa-a-Nova, indiciando, claramente, uma distribuição partidária do dinheiro público, basta olhar para as diferentes dotações atribuídas conforme os Municípios estejam sob a égide do PSD ou do PS.


Esta situação é reveladora da forma de fazer política do actual Governo, o bem estar das populações como linha orientadora deu lugar a uma gestão “caciquista” dos dinheiros públicos, onde o interesse geral é subjugado pelos interesses partidários subjacentes às eleições autárquicas.

O PS de Condeixa não se conforma, nem nunca se calará perante a gestão partidária que é feita do dinheiro público. É preciso acabar de vez com a governação de direita, o país precisa de novos métodos, de novos caminhos e de novas fronteiras de excelência, chega de prepotência e de incompetência.


Nuno Moita da Costa


Sexta-feira, Setembro 10, 2004

Que Condeixa queremos no Futuro?

Respondam, abordando qualquer tema à vossa escolha:

- Ordenamento do Território;
- Ambiente;
- Industria;
- etc


Esta semana também irei escrever alguma coisa.

Um abraço

António Pedro Devesa

Quarta-feira, Agosto 18, 2004

O caso das cassetes roubadas ao jornalista do CM, que alegadamente contêm excertos de conversas mantidas entre o Ex- Director de PJ e o Jornalista do CM, Octavio Lopes, sobre o caso Casa Pia, nas quais o Ex-Director da PJ teria utilizado, com vista à sua difusão pública, "elementos de informação alegadamente constantes do processo - mas que não estariam no inquérito, nem foram acolhidos pela acusação -, envolvendo o então secretário-geral do Partido Socialista no escândalo da Casa Pia".

A comprovação destes factos tem que nos fazer reflectir, necessariamente, sobre as instituições que consubstanciam o poder do estado, que são o garante do sistema democrático. Se for verdade trata-se de uma ignóbil manobra para difamar o ex- secretário geral do PS, com intuito claro de prejudicar o Partido Socialista.
Eu pergunto-me como é possível este tipo de situação ter acontecido? Será que uma vez mais não haverá culpados? que não haverá consequências?

Segunda-feira, Maio 24, 2004

PELA NOSSA TERRA


Numa época de arrefecimento económico, em que o país se encontra amordaçado na persistência obsessiva deste governo pelo controlo do défice público, concretizado através de cortes cegos no investimento público, sem olhar ao bem estar e á qualidade de vida das populações de que é exemplo o PIDDAC 2004, o qual foi particularmente penalizador para o Concelho de Condeixa -a- Nova ao qual foi atribuída pelo governo a “fortuna” de 38 496 Euros (7717 cts). O que levou o PS de Condeixa a questionar publicamente o governo sobre o que é que é possível fazer com esta “Fortuna”? e não pensem que não existem obras, basta pensar na resolução do problema da antiga EN 1 (actual IC 2 ), que divide o concelho em dois, muitas vezes prometido, mas nunca concretizado e que impede o desenvolvimento do nosso Concelho de forma integrada e harmoniosa.

Esta situação é, particularmente, gravosa tendo em conta que, ao longo das últimas duas décadas, o crescimento económico, e consequente desenvolvimento do nosso país assentou no crescimento do investimento público, num país em que impera o centralismo político- administrativo, de um governo que sob a capa da desconcentração do poder prometeu mundos e fundos, já todos se esqueceram, certamente, da anunciada transferência de poderes da administração central para o poder local que passava, entre outras coisas, pelo fim dos governos civis, e que na prática acabou por limitar, ainda mais, a acção dos municípios limitando a sua capacidade de financiamento, impedindo que os autarcas pudessem realizar as obras necessárias para o desenvolvimento das suas terras. De facto, por vezes fico espantado e indignado com a hipocrisia com que os actuais governantes tratam o poder local, que moralidade tens estes senhores (governantes) para acusarem o poder local de despesista, quando a administração pública portuguesa, nas suas diversas vertentes, é um exemplo acabado de má gestão e despesismo descontrolado.

A própria Ministra das Finanças, num raro momento de lucidez, reconheceu que 50% da máquina do estado trabalha para ela própria numa assustadora reprodução de trabalho burocrático A forma como este governo tem posto em causa a autonomia do poder local, nomeadamente ao nível da autonomia financeira, vide o recente exemplo da forma abrupta como foram efectuadas as alterações aos impostos autárquicos, deve ser um motivo de profunda reflexão para todos nós queremos o melhor para a nossa terra, para a nossa região. Nós socialista de Condeixa iremos estar atentos, e não vamos deixar que as políticas erradas prosseguidas por este governo ponham em causa o futuro e o desenvolvimento da nossa terra.

É neste cenário que a Câmara Municipal de Condeixa – Nova gere os destinos do nosso Concelho apostando, apesar das limitações impostas pelo poder central, claramente no futuro, no desenvolvimento continuado, harmonioso e equilibrado. Desenvolvimento que assenta na conclusão das diversas obras iniciadas anteriormente, das quais se destaca a Nova Escola e as Piscinas Municipais Cobertas, investimentos que são o culminar do desenvolvimento que Condeixa teve nos últimos dez anos, fruto da gestão socialista que consegui dotar o nosso concelho com um conjunto de equipamentos essenciais para melhoria do bem estar e para a qualidade de vida das nossas gentes, situação que se torna mais evidente e digna de realce se compararmos com a relativa estagnação que caracteriza alguns dos concelhos vizinhos como Soure e Penela, curiosamente de gestão social democrata.

Apesar, das dificuldades criadas pelo governo PSD/PP, a aposta no desenvolvimento harmonioso e integrado do concelho mantém-se, senão vejamos, está previsto para 2004/2005 o início da construção do parque verde da Quinta de São Tomé (Ribeira de Bruscos), a continuação do alargamento da Zona Industrial de Condeixa, a aposta clara no melhoramento e alargamento da rede viária do concelho, abrangendo a totalidade das freguesias do concelho, a melhoria da rede de saneamento e da rede de águas, o início da construção da biblioteca municipal.

Mais obras haveria concerteza a juntar a estas, se não fosse a incapacidade de decidir deste governo, a indefinição reinante, só isso justifica que obras que tem possibilidade de ter apoios comunitários e que necessitam dos mesmos para serem concretizadas, como o Centro Cultural Fernando Namora, a remodelação da Praça da República, para já não falar da recuperação dos antigos Paços do Concelho, continuem a aguardar decisão dos órgãos governamentais, que gerem os fundos comunitários, para que as verbas sejam desbloqueadas.

(Nuno Moita da Costa)

Quinta-feira, Março 25, 2004

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